quinta-feira, 21 de março de 2013

50 tons de mediocridade

O que dizer de 50 tons? Ora poderia começar tentando "chutar cachorro morto", mas não nada além de "mais do mesmo", Obviamente que ao ler o 1º livro da trilogia também o achei prolixo e exacerbado, pra não dizer medíocre, esperava algo melhor, mas não será por isso que deixarei de dar créditos á autora, ora ela criou  uma fórmula de sucesso que cem sendo copiada a torto e a direito após si, Muito embora o contexto menina-virgem-pura, apaixonada por homem-rico-safado-cafajeste, seja rebuscado e o acréscimo das cenas erótico-sadistas chamassem a atenção, devo voltar a questão do texto prolixo, afinal as mais de 500 páginas contam uma historia que caberia com folga e alguns detalhes em 100 a 150 páginas, bem escritas, o que tornavam as cenas eróticas repetitivas, cansativas e previsíveis.
 
Ainda assim 50 tons traziam uma historia interessante, de conteúdo psicológico, voltado pro mistério, de porque o protagonista não podia ser tocado no peito, e a busca por decifrar esse mistério ou o momento em que a menina-virgem-pura o seduzisse, acabava tornando as 500 páginas suportáveis.
 
Mas valha-me Deus a história não termina no 1º livro e o mistério emergente na primeira edição, é repassado para o segundo livro, bom a partir daí torna-se ainda mais difícil que um leitor queira se arriscar a mais 500 páginas pra descobrir algo que não se explicou em outras mais de 500, isso sem contar que as cenas iniciais de sexo inusitado se tornam comuns e os leitores habituados á narrativa.

Fato é que gostando ou não de 50 tons para falar de algo é preciso conhecer, logo: Por isso e somente por isso, valeu a pena ter lido.

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